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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Debate é marcado por prepotência do prefeito

E deixa uma certeza: a cidade não suporta mais 4 anos dessa administração 

O debate foi tenso, por se tratar da última oportunidade de debater as ideias que vão ocupar o palácio 17 de Julho a partir de janeiro de 2013. O debate dessa vez foi mais dinâmico, tendo em vista que os dois candidatos preferiram falar abertamente o que pensam, mas Zoinho deixou Neto na lona varias vezes, e por isso apelou, se utilizando de ataques pessoais e mentiras montadas. 
A maioria dos eleitores ficou chocada com a agressividade de Neto. Foi acuado pelo Zoinho em diversos momentos e partiu para o desespero protagonizando o que temos visto ou por quem se lembra da campanha apelativa do candidato José Serra. Já disse aqui no Blog do Lucas isso, e que da mesma forma que o tucano tentou usar e abusar das denuncias do mensalão em São Paulo, flertando com isso, com setores da extrema direita paulista, o candidato Neto, seguiu a mesma cartilha, flertando com o obscurantismo. O que se percebe é que esse tipo de campanha, que bate muito no adversário, acaba tendo efeito contrário, pois as urnas repudiam ataques bárbaros, e o revés na urna é certo, vide Serra que não se cansa de ser derrotado. 
Neto quando atacou o Zoinho de forma sistemática, “mostrou-se pequeno, exclusivo, coisa típica dos tiranos”, como bem disse o amigo petista Carlos Henrique Freitas, a ponto de, em certo momento, alguém de sua assessoria lhe dar um toque alertando para a situação insustentável criada por ele próprio, empobrecendo o debate e, ao contrário do que ele imaginava, empobrecendo a sua própria imagem. 
Concordo plenamente com essa analise do Carlos, porque a sociedade brasileira não gosta desse tipo de postura, de fanfarrão, que se tornou Neto e sua equipe, que nessa semana anterior a eleição, protagonizou cenas de ganguesterimos, de violência e agressões. 
Na verdade, Neto quando quis bancar o xerife da cidade, contra as hipotéticas milícias, que só existem na cabeça do candidato do Cavendish, que sem um dado minimamente factível, criou esse factoide e, logicamente foi acompanhado por setores atrasados da sociedade de Volta Redonda, e assim, criando uma campanha pautada pelo viés do ódio e do preconceito. 
Segundo ainda o petista Carlos Henrique, “Neto, criou uma imagem irreversível numa combinação de incapacidade de diálogo e tirania, de forma tão orgânica, que acabou por revelar a sua personalidade. Paralelamente, Zoínho soube valorizar seu tempo pondo um relevo acima daquela baixaria oferecida por Neto”. De fato, concordo plenamente com esse companheiro e que felizmente Zoinho saiu vitorioso do debate e a política ganhou junto com a própria vida coletiva da cidade.

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