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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Uma laranja inteira!

 
(...) Pessoas que vivem em busca de algo que as completem tendem a passar a vida inteira como metades, como pedaços incompletos e perdidos. Ou, pior: elas encontram outras metades. Sim, porque metades não encontram inteiros. Metades só encontram metades: é pura lógica. E, se você quer saber, o que mais há nesse mundo são metades. Pessoas incompletas ou completamente vazias – que, evidentemente, nã...o têm muito a oferecer. Pessoas inteiras, ao contrário, são excepcionais. Elas encontram outras laranjas inteiras, doces e maduras. Elas compreendem que não lhes falta nada: mas, é claro, uma boa companhia vai bem. São completas, profundas, infinitas.
Antes de encontrar alguém, encontre – em você mesmo – a outra metade que te falta. Descubra seus segredos, seus gostos, desfrute da deliciosa solidão do auto-conhecimento. Procure-se e encontre-se, até tornar-se tão absolutamente encantador a ponto de atrair pomares inteiros. E, só depois de encantadoramente completo, encontre alguém que te transborde.

Texto: Nathalí Macedo.
Foto: Luana Paula

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