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| Dinheiro do contribuindo vai bancar farra do Eduardo Cunha, com reajuste de verba de gabinete e passagens para dondocas. |
A Mesa Diretora da Câmara aprovou o reajuste de diversas verbas parlamentares num festival de falta de compromisso público que vai torrar o dinheiro do contribuinte.
Eduardo Cunha, do PMDB-RJ, para vencer a eleição para a presidência da Casa, prometeu aumentar a verba de gabinete, auxílio moradia e muito mais. Os parlamentares terão reajuste na verba de gabinete, que passa de R$ 78 mil para pouco mais de R$ 92 mil. Por mês. A verba do auxílio-moradia, que vai de R$ 3,8 mil para R$ 4,2 mil. A verba indenizatória, teve reajuste de 8%, indo de quase R$ 28 mil para pouco mais de R$ 30 mil. Esta verba tem este valor para os deputados do Distrito Federal, os que recebem menos, sendo o maior destinados aos de Roraima, que passam dos quase R4 42 mil para quase R$ 45 mil.
Este pacote aprovado pela Mesa é parte integrante das promessas de campanha do deputado Eduardo Cunha, do PMDB-RJ, para a presidência da Casa. Mas a grande polêmica, é a bolsa dondoca, também prometida em campanha, foi a aprovação do dispositivo estabelecendo que cônjuges de deputados terão direito a usar passagens aéreas pagas pela Casa entre seus estados de origem e Brasília.
A Mesa aprovou também a criação das secretarias de Comunicação e de Relações Institucionais, que serão ocupadas por deputados. Uma se encarregará da comunicação social da Casa e a outra cuidará da relação com outros parlamentos. Eduardo Cunha disse que a estrutura existente na Casa, na área de comunicação, ficará subordinada à Secretaria de Comunicação.
“Ninguém está tirando funcionário concursado de nada. A mudança é que a TV terá de cumprir a atividade parlamentar. Ela não tem de competir com TV aberta, ter programa de chorinho. Ela tem de cumprir a atividade parlamentar”, disse o presidente da Câmara à Agência Brasil. Cunha acrescentou que não serão criados cargos para atender às duas secretarias.
Cunha calcula que o impacto das novas medidas não deve atingir 5% do orçamento total da Casa. O orçamento atual é de R$ 3,385 bilhões e as mudanças devem resultar em gastos de R$ 151 milhões. Ele garantiu que as iniciativas não implicarão em aumento de despesas, já que estão previstos cortes em contratos de serviços terceirizados e de informática. “Não estou aumentando verba, mas corrigindo os valores”, completou, ressaltando que eles valem a partir de abril.
Com informações da Agência Brasil. e do site GGN.
http://www.jornalggn.com.br/

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