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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Senado discute cobrar imposto de Igrejas, que juntas arrecadaram R$ 20 bilhões.

Fim da isenção de impostos para igrejas recebe apoio popular

Mais de 20 mil pessoas apoiaram sugestão apresentada no portal e-Cidadania do Senado para acabar com a isenção de impostos para as igrejas. Atualmente, partidos políticos, templos religiosos e entidades assistenciais e educacionais sem fins lucrativos estão isentos de pagarem impostos. Segundo dados da Receita Federal, em 2011, as entidades religiosas das mais diversas denominações arrecadaram R$ 20 bilhões. A sugestão, agora será analisada na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), onde poderá virar projeto de lei. Para o senador Eduardo Amorim (PSC-SE), a iniciativa é valida, mas é preciso mais fiscalização. Já a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) acredita que o fim da isenção poderá ser interpretada como perseguição religiosa. Ressalta, no entanto, que toda a política de isenção tributária deveria ser revista. Saiba mais na reportagem de Cinthia Bispo, da Rádio Senado.
A proposta de revisão da isenção fiscal partiu de um grupo de ateus do Distrito Federal e ganhou a adesão da ATEA ( Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos). A organização conseguiu reunir as 20 mil assinaturas suficientes para que a petição seja analisada por uma comissão da casa revisora do Congresso Nacional. Pelo caráter da inciativa, vai seguir para a Comissão de Direitos Humanos.
Na justificativa, a instituição argumentou que "os constantes escândalos financeiros que líderes religiosos protagonizam estão tornando-se o principal motivador da ideia de que a imunidade tributária das igrejas deve ser banida. O Estado é uma instituição laica e qualquer organização que permite o enriquecimento de seus líderes e membros deve ser tributada”.
O presidente da Atea, Daniel SottoMaior, espera que o Congresso faça a discussão necessária sobre a proposta. "Esperamos que haja um debate mais amplo do que existe hoje, porque as questões de laicidade, apesar de no papel existir há mais de 120 anos, na prática é só para inglês ver. A gente espera colaborar com a discussão para que a sociedade entenda a importância da separação entre igreja e Estado. A questão praticamente não avançou, são coisas muito obscuras que as pessoas precisam começar a entender", comentou.
Eu particularmente sou a favor da cobrança de 10% sobre o valor arrecadado, para o Imposto de Renda, além de IPTU e INSS, já que se presta um serviço e ainda ocupam espaço físico real, que implica em ruas, iluminação e vários benefícios públicos. 
Existem igrejas corretas, mas existem também as "máfias religiosa". Os templos de hoje, em sua maioria, são coletoras de dinheiro, na logica que se retira renda dos pobres para repassar para os ricos. Quando mais popular e pobre mais se percebe a presença de igrejas que não fazem nada pela comunidade, mas arrecada bastante, como comprova a receita federal, 20 bilhões de reais.  Esta situação virou um verdadeiro comércio. Na bíblia há um momento em que Jesus Cristo se descontrola ao perceber que o templo tinha virado um comércio, mal sabia ele que, dois mil anos depois ainda seria um comercio e agora, por Jesus! A verdade é que a imunidade tributária é desvirtuada. Pastores usam ferraris que não pagam IPVA. Templos gigantescos não pagam IPTU. E para cada um que não paga, todos pagam a mais. Porque eu tenho que ajudar involuntariamente o império de Edir Macedo, ou o Pastor Valdomiro a comprar bois. 

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